Escultura bárbara
 | ESCULTURA BÁRBARA: Bicho de Balazote. Arte ibérica. Museu Arqueológico Nacional, Madri. |
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A escultura em pedra foi destinada à decoração de igrejas e batistérios, na forma de relevos planos, capitéis e sarcófagos, seguindo o estilo do império romano. A entalhadura do marfim não foi menos importante. Continuou-se com a tradição dos dípticos consulares de Bizâncio, cujas formas foram adotadas na confecção de capas de livros evangélicos e Bíblias. Sabe-se que as oficinas dos artesãos que trabalhavam com marfim eram numerosas tanto nas Gálias quanto na península itálica, devido à grande demanda de exemplares.
 | ESCULTURA BÁRBARA: Daniel na cova dos leões (detalhe de um sarcófago). Arte ibérica. Igreja de Santa Cruz, Écija, Sevilha. |
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A experiência de celtas e escitas como ourives inegavelmente estava ligada à sua experiência como entalhadores. As pedras com entalhes de runas e ídolos nórdicos entre os vikings, saxões e os próprios celtas mostram sua passagem pelos diferentes assentamentos e lugares conquistados. Na península ibérica, a fusão de culturas, como entre fenícios, celtas, visigodos e ibéricos, além de gregos e romanos, deixou importantes amostras de escultura, como os Touros de Guisando ou a Dama de Elche.
 | ESCULTURA BÁRBARA: Cristo como astro-rei. Arte visigótica. Igreja de Santa María de Quintanilla de las Viñas, Burgos. |
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Referências bibliográficas
- ARTE bárbara, bizantina e islâmica. Barueri, SP: Videolar Multimídia, [2004]. 1 CD-ROM. (Enciclopédia Caras, 4). (bibliografia completa)
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