Ourivesaria bárbara
 | OURIVESARIA BÁRBARA: Pégaso (detalhe do Diadema de Vix). Châtillon-sur-Seine. |
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Um dos traços comuns a todos os povos bárbaros foi o excelente trabalho com metais tanto na confecção de jóias quanto de objetos de uso doméstico ou armas. Atestam isso os tesouros encontrados nas tumbas de príncipes e reis da época, como Sutton Hoo, na Inglaterra, o de Guarrazar, em Toledo, e o de Gummersark, em Copenhague. As peças mais características são as chamadas brácteas ou moedas cunhadas apenas de um lado, assim como as presilhas e fivelas esmaltadas com a técnica do Cloisonné.
 | OURIVESARIA BÁRBARA: Arca das Ágatas. Arte carolíngia. Museu da Câmara Santa, Catedral de Oviedo. |
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O fato de os povos bárbaros conhecerem tão bem as técnicas da fundição de metal - a tauxia, ou damasquinagem, e a filigrana - se deve ao seu contato com povos do Oriente Próximo e Extremo Oriente, assim como a suas próprias necessidades. É preciso não esquecer que além de objetos de luxo, esses povos fabricavam armas, que eram suas ferramentas mais valorizadas no árduo trabalho da guerra. Além disso, a ourivesaria era uma das poucas atividades que podiam exercer os artesãos, que estavam mudando de hábitat.
 | OURIVESARIA BÁRBARA: Bracelete. Arte celta. Museu Arqueológico, Sevilha. |
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Referências bibliográficas
- ARTE bárbara, bizantina e islâmica. Barueri, SP: Videolar Multimídia, [2004]. 1 CD-ROM. (Enciclopédia Caras, 4). (bibliografia completa)
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