Escultura inca
 | ESCULTURA INCA: Cena de sacrifícios. Sechin Alto, Peru. |
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A cerâmica inca revelou uma característica estrita de funcionalidade e desenho, baseada na fusão com obras de civilizações anteriores, como os nazcas e chimus. Limitados por essa esquematização, os ceramistas tentaram, entretanto, imprimir um caráter individual a cada peça, por meio do uso de cores chamativas e bordas geométricas cada vez mais complexas. As formas básicas eram o urpu, espécie de cântaro; a raqui, ou jarro; as vasilhas de vários pés; e os puynos, utensílios-esculturas de grandes dimensões.
 | ESCULTURA INCA: Recipiente em forma de macaco. Arte chorreira. Banco do Pacífico, Guayaquil. |
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Os incas modelaram também estatuetas antropomórficas e keros, vasilhas de madeira decoradas com cenas ou figuras de animais. Os motivos são na maioria discretos e puristas. Evitou-se o exagero e a opulência, bem como o irregular ou assimétrico. Embora certamente dispusessem de grande variedade de cores e até jogassem com as gamas mais fortes, utilizaram, em contraposição, fundos neutros com predominância dos tons terra e ocre. Isso se refletiu também nas estampas dos tecidos.
 | ESCULTURA INCA: Tigela com motivos geométricos. Arte nazca. Museu da América, Madri. |
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Referências bibliográficas
- ARTE oriental, africana, pré-colombiana e oceânica. Barueri, SP: Videolar Multimídia, [2004]. 1 CD-ROM. (Enciclopédia Caras, 3). (bibliografia completa)
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