Máscaras oceânicas
 | MÁSCARAS OCEÂNICAS: Máscara. Arte das ilhas Salomão. Museu do Homem, Paris. |
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As máscaras tiveram uma função exclusivamente religiosa na vida de todos os povos da Oceania. A exemplo do restante das produções artísticas, a diversidade formal e estilística era determinada pelos materiais de cada região e seus rituais religiosos, assim como pelo contato com outros povos das imediações. Os papuas da Nova Guiné teciam com vime as chamadas máscaras-cascos, utilizadas nos rituais de guerra. Nas de iniciação, ao contrário, combinavam madeira, conchinhas, pêlos de animal e cestaria.
 | MÁSCARAS OCEÂNICAS: Máscara. Arte da Nova Guiné. Museu de Artes Africanas e Oceânicas, Paris. |
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Os desenhos variavam entre a esquematização e a deformação monstruosa com algum fim específico. As máscaras funerárias eram geralmente feitas com crânios humanos e fibras vegetais trançadas à guisa de cabelo. Restaram muito poucos exemplares delas porque eram queimadas ao final da cerimônia. As mais originais são, sem dúvida, as dos nativos da Nova Irlanda: muito coloridas, os artistas jamais repetiam um desenho, e somente as mais bonitas se salvavam da destruição.
Referências bibliográficas
- ARTE oriental, africana, pré-colombiana e oceânica. Barueri, SP: Videolar Multimídia, [2004]. 1 CD-ROM. (Enciclopédia Caras, 3). (bibliografia completa)
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