Faixa da seção de Artes Plásticas
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Arquitetura românica


ARQUITETURA ROMÂNICA: Castelo de Carcassonne. Carcassone.

ARQUITETURA ROMÂNICA: Castelo de Carcassonne. Carcassone.


Foi nas igrejas que o estilo românico se desenvolveu em toda a sua plenitude. Suas formas básicas são facilmente identificáveis: a fachada é formada por um corpo cúbico central, com duas torres de vários pavimentos nas laterais, finalizadas por tetos em coifa. Um ou dois transeptos, ladeados por suas fachadas correspondentes, cruzam a nave principal. Frisos de arcada de meio ponto estendem-se sobre a parede, dividindo as plantas.

ARQUITETURA ROMÂNICA: Claustro da catedral de Tarragona. Tarragona.

ARQUITETURA ROMÂNICA: Claustro da catedral de Tarragona. Tarragona.


O motivo da arcada também se repete como elemento decorativo de janelas, portais e tímpanos. As colunas são finas e culminam em capitéis cúbicos lavrados com figuras de vegetais e animais. No conjunto, as formas cúbicas de muros e fachadas se combinam com as cilíndricas, de apses e colunas. Nesse estilo destacam-se a abadia de Mont Saint-Michel, na França, e a catedral de Speyer, na Alemanha.

ARQUITETURA ROMÂNICA: Igreja de Saint-Sernin (vista da porta). Languedoc, França.

ARQUITETURA ROMÂNICA: Igreja de Saint-Sernin (vista da porta). Languedoc, França.


Embora hoje em dia os resultados dessa abordagem nos pareçam pouco sofisticados, atrasados em relação às aquisições do império romano ou do Oriente em geral, o românico significou em sua época um progresso para a Europa, esgotada e embrutecida por inumeráveis invasões bárbaras que duraram quase cinco séculos. A paz que Carlos Magno impôs na Europa reflete-se nesse estilo, fundamento de toda a cultura que se seguirá a ele.

Referências bibliográficas

  • ARTE românica e gótica. Barueri, SP: Videolar Multimídia, [2004]. 1 CD-ROM. (Enciclopédia Caras, 5). (bibliografia completa)
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