Faixa da seção de Artes Plásticas
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Arquitetura neoclássica


ARQUITETURA NEOCLÁSSICA: Igreja da Madeleine. Paris.

ARQUITETURA NEOCLÁSSICA: Igreja da Madeleine. Paris.


No fim do século XVII, inicia-se em países como a França e a Inglaterra um movimento artístico sob a influência do arquiteto Palladio (palladianismo), que mais tarde, em pleno século XVIII, com a revolução francesa, acabaria se estendendo por toda a Europa, sob o nome de classicismo. A arquitetura barroca não tinha tido grande repercussão nesses países. Um exemplo disso é a rejeição ao projeto de Bernini para o palácio do Louvre, considerado italiano demais.

ARQUITETURA NEOCLÁSSICA: Gliptoteca. Leo von Klenze. Munique.

ARQUITETURA NEOCLÁSSICA: Gliptoteca. Leo von Klenze. Munique.


Assim, pode-se falar, principalmente na França, de um segundo renascimento da antiguidade. Lá, as últimas igrejas construídas persistiam na dinâmica do gótico, tornando-se indispensável uma renovação. Entretanto, seus arquitetos não estavam dispostos a prosseguir dentro da estética empolada e amaneirada do barroco. Os fundadores da jovem ciência da arqueologia proporcionaram as bases documentais dessa nova arquitetura de formas clássicas.

ARQUITETURA NEOCLÁSSICA: Museu do Prado (fachada). Madri.

ARQUITETURA NEOCLÁSSICA: Museu do Prado (fachada). Madri.


Surgiram assim os edifícios grandiosos, de estética totalmente racionalista: pórticos de colunas colossais com frontispícios triangulares, pilastras despojadas de capitéis e uma decoração apenas insinuada em guirlandas ou rosetas e frisos de meandros. As cidades tiveram de se adaptar a essas construções gigantescas. Desenharam-se largas avenidas para abrigar os novos edifícios públicos, academias e universidades, muitos dos quais conservam ainda hoje a mesma função.

Referências bibliográficas

  • BARROCO, rococó e neoclássico. Barueri, SP: Videolar Multimídia, [2004]. 1 CD-ROM. (Enciclopédia Caras, 7). (bibliografia completa)
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