Guerra da Coréia |
Com a rendição do Japão, em 1945, tropas soviéticas ocupam o norte da península coreana e forças norte-americanas se estabelecem no sul, com a divisa na altura dos 38 graus de latitude Norte. A idéia dos aliados é criar um governo único de caráter liberal para uma Coréia independente. As tropas soviéticas deixam o norte em setembro de 1948. No mesmo mês, Kim Il-sung, veterano líder de uma guerrilha comunista que combatera os japoneses, proclama no norte a República Popular Democrática da Coréia. Em agosto do ano seguinte é estabelecida no sul a República da Coréia, sob a liderança de nacionalistas de extrema direita. Os dois lados reivindicam soberania sobre toda a península e o norte ataca o sul em junho de 1950. O Conselho de Segurança da ONU recomenda aos países-membros que ajudem o sul e é formada uma força de 15 países, sob comando do general norte-americano Douglas MacArthur. Em outubro de 1950 a ofensiva liderada pelos EUA chega à fronteira entre o norte da Coréia e a China. Os chineses entram no conflito e um ano depois a situação se estabiliza, aproximadamente na linha anterior ao conflito. A morte de Stalin provoca um relativo relaxamento da tensão e um armistício é assinado na aldeia fronteiriça de Panmunjom em 27 de julho de 1953. Nunca foi formalizado um acordo de paz. Morreram pelo menos 3,5 milhões de pessoas, entre elas 142 mil soldados norte-americanos.
Referências bibliográficas
- Almanaque Abril. ALMANAQUE ABRIL 95: a enciclopédia em multimídia. Abril, São Paulo, 1995. (bibliografia completa)
|